O caso envolve o fundo de pensão do estado, o Rioprevidência, que agora está sendo cobrado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro para explicar decisões financeiras consideradas suspeitas.
🧾 O que aconteceu
O MPRJ abriu uma apuração e enviou um ofício exigindo explicações sobre dois pontos principais:
1. Investimentos acima de R$ 100 milhões
O Rioprevidência aplicou recursos em instituições financeiras não credenciadas.
Entre os destinos estão fundos como Linea, R CAP Soberano e R CAP Alocação.
Esses investimentos foram feitos no fim de 2025.
2. Empréstimos consignados
O MP quer detalhes sobre créditos feitos por servidores via Credcesta, ligado ao Banco Master.
Também investiga possíveis operações com outros bancos, como o banco Pleno.
⚠️ Por que isso preocupa
O Rioprevidência administra dinheiro que paga aposentadorias e pensões de servidores públicos.
Parte dessas operações está ligada à crise do Banco Master, que entrou em liquidação por problemas financeiros.
O MP quer saber se houve risco ou prejuízo ao patrimônio dos aposentados.
⏱️ Prazo e possíveis consequências
O fundo tem 5 dias para enviar:
estudos técnicos
atas de reuniões
justificativas administrativas
Se houver novas operações desse tipo:
o MPRJ já indicou que elas devem ser interrompidas imediatamente.
🧠 Em resumo
O Ministério Público suspeita que:
dinheiro da previdência pode ter sido aplicado fora das regras ou com risco elevado
e que operações de crédito consignado podem estar ligadas a instituições problemáticas
Por isso, quer entender quem decidiu, com base em quê e com qual nível de risco.

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